GERAÇÃO EVEREST

Set/Out 2025 - Edição 06

Editorial Ms. Adriana Jorge Coordenadora Acadêmica e Subdiretora da EI Editorial Ms. Adriana Jorge Coordenadora Acadêmica e Subdiretora da EI

Querida família Everest,

Acredito que a melhor definição de nossa comunidade educacional é a de uma família. E não uma família qualquer, mas uma família Everest, que busca não apenas o melhor, mas o mais elevado no seguimento de Jesus — nas Suas virtudes e em Sua presença infinitamente amorosa em nossas vidas.

É em uma família que se aprende a amar, falar, escutar, compartilhar, perdoar e aceitar. Também aprendemos que todos somos especiais e diferentes, mas que cada um de nós é importante e amado na unidade de Deus Pai, Filho e Espírito Santo.

Nesta edição, falaremos sobre a importância do dom do perdão como uma dádiva de Deus — para cada um de nós e para com os outros.

Dedicamos também um espaço à Nossa Senhora Aparecida, Mãe e Rainha do Brasil.

Agradeço a cada um de vocês por me permitir compartilhar esses oito anos nesta querida família Everest.

Bênçãos!

Pe. Alex Pavicevic, LC
Capelão do Colégio Internacional Everest do Rio de Janeiro

Homenagem à Nossa Senhora Aparecida - Padroeira do Brasil

Neste mês, celebramos o amor de Maria, Padroeira do Brasil, e a alegria das nossas crianças.

Que Nossa Senhora Aparecida continue iluminando cada sorriso, guiando nossos pequenos no caminho da fé, da ternura e da esperança!

No Colégio Everest, crescemos aprendendo com Ela que amar é servir — e que a infância é o tempo mais bonito para semear a fé.

Feliz Dia de Nossa Senhora Aparecida e feliz Dia das Crianças!

Entrevista Eduarda A. Entrevista Eduarda A.

Dos corredores do Everest para as passarelas de Milão: conheça a trajetória de Eduarda, nossa ex-aluna que brilha no mundo da moda.

Geração Everest: Como os pilares de formação integral do Everest (acadêmico, moral, espiritual e físico) continuam impactando seu desempenho e a capacitação profissional no desafiador cenário do Fashion Design em Milão?

Eduarda A.:Ao longo do tempo, percebi que os ensinamentos e as ideias do Colégio me dão uma base sólida para lidar com diversas tarefas no meio acadêmico e profissional. É por reconhecer essa formação integral que sinto que estou me tornando uma profissional muito mais capacitada em inúmeras áreas, indo além do design.

Geração Everest: Qual é o "legado" ou a marca indelével que o Colégio Everest deixou em você?

Eduarda A.:O maior legado que levo comigo, tanto na vida profissional quanto pessoal, é o valor da solidariedade. O Everest me ensinou a não me colocar em uma posição de competidora, e sim de colega, ajudando e aconselhando quem precisa da minha ajuda, oferecendo suporte genuíno, sem esperar nada em troca.

Geração Everest: De que maneira a parceria entre o colégio e seus pais contribuiu para o seu desenvolvimento e para atingir seus objetivos?

Eduarda A.:Meus pais escolheram o Everest justamente porque buscavam uma formação que fosse além do tradicional e que me preparasse para o futuro global. Graças ao compromisso da escola com o ensino bilíngue de alto nível e aos valores que eles me transmitiram em casa, pude aplicar e ser aceita em uma faculdade no exterior, realizando o objetivo de me formar em Fashion Design em uma das melhores faculdades de moda do mundo.

Geração Everest: Que tipo de ambiente ou experiência da sua fase escolar te preparou para a competitividade e os desafios da sua área de atuação profissional?

Eduarda A.: Uma das coisas que mais me ajudaram durante essa jornada foi a desenvoltura para falar em público e expressar claramente minhas ideias, o que adquiri durante as diversas apresentações que tive que fazer durante minha vida escolar.

Festa do Perdão

Em setembro, nossos alunos que se preparam para a Primeira Comunhão viveram um momento único de graça: após um sincero exame de consciência, receberam pela primeira vez o Sacramento da Confissão.

Uma verdadeira festa espiritual, quando descobriram que o perdão de Deus não é peso, mas libertação e alegria para o coração.

TBSRJMUN 2025

Entre os dias 12 e 14 de setembro, nossos 23 alunos do clube de debate participaram da TBSRJMUN, uma simulação de debates. Foi um momento de grande aprendizado e também de conquistas: recebemos 7 premiações, entre certificados e verbal commendations.

Como olégio católico, acreditamos que a formação vai muito além do conteúdo acadêmico. Cada preparação, cada debate e cada desafio vivido refletem nosso compromisso em educar de forma integral, unindo excelência acadêmica com os valores e virtudes do humanismo cristão.

É nessa vivência que nossos estudantes desenvolvem habilidades como oratória, pensamento crítico e resolução de problemas, sempre guiados por princípios de respeito, solidariedade e responsabilidade, para que atuem no mundo como instrumentos de transformação e esperança cristã.

TBSRJMUN 2025 TBSRJMUN 2025
Entrevista Isis V. Entrevista Isis V.

Nossa ex-aluna compartilha um pouco da sua experiência global e dos seus aprendizados no Everest. Confira:

Geração Everest: Em que momento você sentiu que estava definido a profissional ou a pessoa que você é hoje? O que desencadeou essa percepção?

Isis V.:Meu terceiro ano de faculdade foi marcante profissionalmente, principalmente dado meu emprego de Resident Assistant, que requeria muita responsabilidade, maturidade emocional e sensibilidade cultural. O trabalho focava em criar um senso de comunidade e ajudar outros estudantes em momentos difíceis. Após dois anos vivendo fora e já tendo tido uma primeira experiência de trabalho, pude aplicar meu autoconhecimento pessoal e profissional neste papel e descobrir o que eu tinha a oferecer como um todo. Dito isso, eu sempre brinco que já vivi várias vidas, e que estamos e devemos estar constantemente evoluindo.

Geração Everest: Pode compartilhar um desafio pessoal ou profissional que você superou e marcou a sua vida?

Isis V.: Citarei dois momentos de transformação profissional.

Como primeiro exemplo, uma tarefa que eu estava supervisionando não estava à altura do padrão exigido. Ao marcar uma reunião com o profissional encarregado, meu foco era ajudar e trazer a tarefa ao nível necessário. Perguntei se ele estava enfrentando algum problema, observei seu processo e reiterei maneiras de otimizar seu trabalho para que ele se sentisse mais preparado. Gosto muito de posições de liderança, pois sinto que posso evoluir e ajudar o outro simultaneamente, e o Everest nos dava a oportunidade de trabalhar nosso potencial como líderes.

O segundo momento foi a preparação para um plenário do Parlamento Europeu. Era trabalho árduo se informar das legislações em pauta, e foi um ótimo exemplo de como é importante se aplicar em seus estudos e cultivar seus interesses.

Geração Everest: Quais aspectos você mais gostava ou considerava mais enriquecedores no Colégio Everest?

Isis V.: A atenção personalizada sempre me fazia sentir apoiada. Os professores me marcaram profundamente, não apenas com a excelente pedagogia, mas com o carinho que tinham por cada um de nós. Quando decidi estudar fora, eles me ajudaram a estudar para os vestibulares brasileiros e para os SAT, e a preparar meu currículo para uma universidade estrangeira.

A arte é uma grande parte de quem eu sou, e o Everest sempre me incentivou a continuar meu aprofundamento na música. O colégio também me ajudou a descobrir meu amor pela poesia com os Poetry Contests, e escrever poemas me ajuda a me expressar e me compreender desde então.

Geração Everest: Se você pudesse resumir em uma frase o maior diferencial do Colégio Everest que a preparou para a vida adulta, o que diria?

Isis V.: O acolhimento, a preparação linguística e o poder da oratória são qualidades ímpares de uma educação Everest, e carrego isso comigo.

Entrevista Catalina C. Entrevista Catalina C.

Médica formada pela Universidad Mayor (Chile), Catalina se dedica a programas de saúde enquanto planeja sua futura residência. Confira um pouco da sua história.

Geração Everest: Conte-nos um pouco sobre sua experiência profissional e por que você decidiu se tornar Médica

Catalina C.: Minha jornada profissional é recente, mas já profundamente engajadora. Formei-me como médica pela Universidad Mayor, em Santiago do Chile, em 2024, após sete anos de intensa dedicação ao curso. Atualmente, participo do programa EDF (Etapa de Destinação e Formação) do Ministério da Saúde do Chile — um concurso nacional que permite a médicos recém-formados atuar em regiões com menor acesso à saúde, o que considero uma experiência essencial tanto no aspecto humano quanto profissional. Escolhi trabalhar em Papudo, uma bela cidade litorânea próxima a Santiago.

A decisão de me tornar médica nasceu de um profundo compromisso com o serviço à comunidade e do desejo genuíno de causar um impacto positivo na vida das pessoas que mais precisam de cuidado. Além disso, sempre fui movida pela curiosidade e pelo prazer de estudar — conhecer, compreender e aprender coisas novas é algo que me entusiasma. Saber que essa minha curiosidade pode se transformar em uma ferramenta útil para ajudar os outros é, para mim, muito gratificante.

Geração Everest: Qual o maior desafio que você já enfrentou na sua área de atuação?

Catalina C.: Ser médica geral, fazer plantões em postos de saúde rurais e ser chefe de programas de saúde exige uma capacidade excepcional de gerenciamento de tempo, tomada de decisões sob pressão e liderança, tudo isso sendo uma recém-formada. A responsabilidade de gerenciar programas é um desafio de gestão e liderança que se soma à prática clínica.

Geração Everest: Como sua formação no Colégio Everest influenciou sua vida profissional?

Catalina C.: Minha formação no Colégio Everest ocorreu de 2009 a 2016, abrangendo do 5º ano até a conclusão do Ensino Médio. A educação integral que recebi — marcada por valores, disciplina e resiliência —, aliada à base acadêmica sólida, foi fundamental para que eu conseguisse ingressar e me desenvolver nos exigentes anos da faculdade de Medicina.

Além disso, o Everest sempre promoveu valores de ajuda à comunidade, empatia e o fortalecimento de habilidades interpessoais, que têm sido extremamente úteis na minha prática médica e no relacionamento com pacientes e equipes de trabalho.

Geração Everest: Se você pudesse dar um conselho a si mesma, voltando ao início da sua jornada, o que diria sobre a importância de desenvolver valores e habilidades que vão além do desempenho acadêmico?

Catalina C.: “Querida futura médica, enquanto você se dedica intensamente aos estudos, lembre-se de que valores como a empatia e a habilidade de comunicação são igualmente importantes. Cultive a resiliência, mantenha o coração aberto e não esqueça que aproveitar o caminho é tão essencial quanto chegar ao destino.

Aprenda a liderar e a gerenciar equipes, porque mais cedo do que imagina você estará à frente de programas de saúde e de pessoas que confiarão em você. Lembre-se: sua colocação em concursos será determinada pela pontuação, mas o verdadeiro sucesso e capacidade de impactar vidas serão determinados por sua humanidade, liderança e capacidade de adaptação.”

Artigo Educar para o Alto

Cólica em bebês: como ajudar seu filho e aliviar o desconforto

O choro inconsolável do bebê causado pela cólica é um dos primeiros e mais exaustivos desafios que qualquer família enfrenta. Pais e mães sabem que as noites em claro são um verdadeiro teste à paciência e à dedicação.

Se você já sentiu aquela profunda impotência ao ver seu filho desconfortável, sem saber como aliviar a dor, saiba que você não está sozinho.

Neste artigo do blog Educar para o Alto, compartilhamos técnicas de alívio testadas e seguras.

Confira o artigo completo em: www.educarparaoalto.com.br

ALTIUS CAST - Podcast Oficial do Colégio Everest RJ

No Altius Cast, você encontra conversas inspiradoras com educadores, especialistas e personalidades que compartilham experiências, conhecimentos e insights sobre temas relevantes para o seu dia a dia.

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