No Colégio Everest, entendemos que a verdade é uma escolha concreta. Ela não é apenas algo que se sabe, mas algo que se vive.
Nesta edição, convidamos você a refletir sobre o desdobramento natural do conhecimento e da fé: o serviço.
Quando colocamos nossos talentos à disposição do bem comum, a verdade ganha mãos e pés. É nesse movimento de saída — de olhar para o próximo e agir com integridade — que a paz floresce.
Ao longo das próximas páginas, você verá como nossos alunos e educadores conectam o aprendizado à ação, provando que a maior lição que podemos ensinar é aquela que transforma a realidade ao nosso redor.
Boa leitura e que possamos, juntos, ser instrumentos dessa transformação.
Arquiteta formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (São Paulo), Roberta também possui experiência internacional (França e Itália). Confira um pouco da sua história.
Roberta A. Eu gostava muito das atividades que, ao longo do ano, quebravam a nossa rotina. Lembro bem das visitas a escolas e comunidades nas aulas de Participação Social, que me ensinaram sobre troca e humildade. Já os concursos de oratória foram essenciais para vencer o medo de falar em público e exercitar o raciocínio para discursar sobre temas diversos.
Fui também tecladista da banda Everest — confesso que com pouco talento, mas ali aprendi que certas coisas exigem prática e resiliência. No lado espiritual, as confissões semanais com o padre me ensinaram a olhar para dentro e reconhecer o impacto das minhas atitudes nos outros.
Havia as festas juninas, com meses de treino para a dança que, no fim, eram mais sobre diversão do que compromisso; as Olimpíadas anuais, onde testei todos os esportes disponíveis (atletismo, handebol, vôlei, salto com vara, salto em distância, natação na antiga piscina) e até as Olimpíadas de Matemática, onde tomei gosto pela competitividade. São exemplos que recordo com muito carinho.
Reconheço hoje que essas atividades me ensinaram a ser uma pessoa mais plural, mais aberta a trocas, aprendi a buscar oportunidades e não ter tanto medo desse desbravamento. Vejo isso como um grande diferencial na minha vida profissional; foram experiências que me marcaram e me moldaram.
Roberta A. Certamente essa visão "plural". Eu aproveitei o período da faculdade para explorar cursos optativos, me arrisquei a fazer estágios em empresas bem distintas (mundo de incorporação, habitação social, urbanismo, concursos públicos e privados, mercado de alto padrão).
Tranquei (pausei) a faculdade duas vezes para morar fora, uma para estudar Arquitetura na França numa faculdade com viés bem distinto da nossa cultura brasileira, e a outra para trabalhar no Chile em projetos de habitação social – quando, inclusive, utilizei o espanhol fortíssimo que aprendi no Everest, fruto das aulas e das vivências com meus amigos estrangeiros. E mesmo após formada e trabalhando, eu me aventurei a morar fora novamente para um Mestrado em Design na Itália.
Na minha vida profissional, essa pluralidade me levou a construir uma empresa que explora a Arte, as trocas entre as pessoas, e especialmente as vivências dentro do mundo da Arquitetura. Quando digo vivências, são justamente as atividades que quebram a rotina: meus hobbies (esportes, visitas, exposições...), as viagens a lazer ou para estudos/trabalho, longas conversas com pessoas de outros ramos etc. Enfim, agradeço à formação que tive e que me levou a ter interesses diversos.
Roberta A. Não vejo minha escolha como uma motivação clara ou uma decisão fácil. Por muito tempo, achei que seguiria para a Engenharia ou para o meio corporativo, apenas pelo fato de eu gostar das aulas de Matemática, Geografia e Física. Mas essa ideia não me trazia prazer nenhum.
Eu sempre tive uma vocação latente para as Artes — tanto plásticas quanto cênicas — e depois de descobrir as diversas opções de carreira que envolvem o lado criativo (com ajuda de orientação de carreiras e feiras profissionais da escola), meus olhos se abriram para Arquitetura e Design.
Desde criança, eu gostava de acompanhar obras (nos mudamos algumas vezes), ficava fascinada por desenhos de plantas em revistas e era um hobby visitar apartamentos decorados aos fins de semana. Eu estava no Ensino Médio quando consegui assimilar esses gostos pessoais à escolha de uma profissão.
Já na faculdade, eu percebi que somos nós que definimos o equilíbrio entre o técnico e o artístico na nossa carreira. E que no fundo, podemos levar a vida profissional com muita leveza. É o lema que eu carrego para mim e para minha empresa.
Roberta A. Sinto que ainda estou nesse processo de descoberta... olho para trás e vejo o quanto já construí, e tenho alguns objetivos para o que quero construir adiante. Acho que o impacto no fim são as pegadas que deixamos com o que construímos (metaforicamente e literalmente na Arquitetura), e o impacto das trocas que temos com os outros. Seja lá o que eu esteja produzindo, o importante é sempre estar aberta a aprender e compartilhar.
No último mês, nossos alunos vivenciaram uma experiência de participação social, reafirmando o compromisso do Colégio Everest no âmbito formativo da Liderança Cristã de Serviço.
Essa atuação prática é fundamentada no método "Ver-Julgar-Agir", que permite ao aluno identificar a presença do Espírito na realidade social e mover seu coração à compaixão e à ação eficaz.
Para nós, a educação não é asséptica: ela prepara o jovem para enfrentar as desigualdades e as injustiças com integridade, agindo como "sal da terra e luz do mundo".
Mais do que um exercício sociológico, educar para a justiça é ensinar a reconhecer a dignidade de Cristo no próximo, especialmente nos mais vulneráveis.
Ao promovermos o envolvimento direto dos alunos com as necessidades da sociedade, buscamos que seu testemunho de vida seja o primeiro passo e o mais forte convite para a construção de um mundo mais justo e em paz.
Senhor, fazei de nossos alunos instrumentos de Vossa paz. Que onde houver injustiça, eles levem o Vosso amor, e onde houver conflito, sejam eles os primeiros a estender a mão da concórdia. Amém.
A Semana Santa é um período importante de reflexão, espiritualidade e comunhão. Ao participar da Via Sacra, nossos alunos têm a oportunidade de aprofundar sua compreensão de modo experiencial, acompanhando Jesus na sua Paixão, Morte e Ressurreição.
Este ano, no Auto da Paixão de Jesus Cristo – uma oportunidade única de oração e meditação sobre o amor e o sacrifício de Jesus –, tivemos a alegria de vivenciar esse momento especial junto aos nossos alunos e famílias, proporcionando uma experiência profunda de fé e reflexão.
A Páscoa de 2026 foi um momento memorável e edificante para a nossa comunidade escolar.
A capacidade de se comunicar com clareza, empatia e profundidade é uma das competências mais valiosas que um jovem pode desenvolver para o seu futuro.
Nos últimos meses, o Colégio Everest promoveu uma série de eventos que colocaram o protagonismo, a expressão e o intelecto dos nossos alunos em evidência, consolidando nossa missão de formação integral.
O tradicional Concurso de Oratória desafiou os estudantes a estruturarem pensamentos críticos e convicções éticas, mostrando que a palavra é uma ferramenta poderosa para a liderança de serviço e a promoção do bem comum.
Paralelamente, a sensibilidade artística e o bilinguismo ganharam o palco com o Poetry Contest, onde os alunos expressaram beleza e emoção através da poesia na língua inglesa, exercitando a autoconfiança e o repertório cultural.
Olhando para os próximos passos dessa jornada, os University Days abriram as portas para o futuro acadêmico e profissional. Por meio de palestras e do contato direto com grandes instituições, nossos jovens puderam dialogar sobre suas aspirações, usando a comunicação para construir pontes em direção às suas vocações.
Seja pela eloquência do discurso, pela sensibilidade do poema ou pelo planejamento do futuro, nossos alunos provaram que a palavra, quando fundamentada em valores sólidos, é o primeiro passo para transformar positivamente a realidade social.
Vamos conhecer um pouco da trajetória do Mateus, ex-aluno do Colégio Everest, e do seu protagonismo na área de Gestão Jurídica e Hospitalidade Corporativa:
Mateus G.: A formação integral do Everest foi fundamental para minha preparação para encarar esses desafios porque ela não só preza pela qualidade do ensino como, também, pela apresentação de valores que são indispensáveis à vida e para alcançar o sucesso.
No Everest, aprendi que sozinhos não chegamos longe, mas o trabalho e a colaboração em equipe nos levam ao topo, e foi sempre com essas ideias que eu encarei o mercado e a formação acadêmica.
Mateus G.: Atuar com diferentes áreas exige enfrentar o desconhecido múltiplas vezes ao dia. O Everest foi imensamente responsável pela base que tenho de sempre buscar as respostas que não são fáceis, achar soluções além do óbvio e me adaptar a cada ambiente, sempre que necessário.
O trabalho colaborativo, incentivado no Everest, também é fundamental neste quesito de adaptação a diferentes visões, ambientes e pessoas, onde posso buscar e oferecer ajuda sempre que necessário.
Mateus G.: As aulas de História, Geografia e Português sempre foram as mais marcantes para mim no colégio, justamente áreas que foram fundamentais para minha aprovação no vestibular e, até hoje, são indispensáveis para a minha carreira.
Como projeto específico, posso citar as competições de oratória, que me ajudaram a elevar o nível de argumentação, redação e fala em público, sendo habilidades essenciais na minha atuação.
Mateus G.: Aproveitem muito a vivência e a formação integral do Everest. O colégio está em constante evolução, oferecendo inúmeras atividades e oportunidades incríveis, que devem ser vividas ao máximo.
A escola é a base para o sucesso no mundo corporativo, é um ambiente seguro em que a pessoa pode se desenvolver, tanto no aspecto intelectual e de habilidades fundamentais para a vida adulta, como no aspecto humano. E ser um Ex-Aluno Everest garante excelência em todos esses aspectos.
Muito além de notas e números, o Everest forma líderes. E precisamos, mais do que nunca, de líderes neste mundo.
No Everest, acreditamos que o conhecimento só atinge sua plenitude quando se volta para a justiça e o bem comum.
Em parceria com as famílias, formamos jovens que buscam o sucesso pessoal, mas que também entendem seu papel como agentes de mudança positiva no mundo.
Quer saber como um colégio católico auxilia nessa missão?
Confira o artigo completo em: www.educarparaoalto.com.br
No Altius Cast, você encontra conversas inspiradoras com educadores, especialistas e personalidades que compartilham experiências, conhecimentos e insights sobre temas relevantes para o seu dia a dia.